sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

* A Libertação de Carla - Primeira Parte *

É um pouco longo, mas vale a pena ler... Ainda tem a segunda parte que postarei brevemente... :)


Estava sentada somente de calcinhas, como sempre fio dental, esperando que começasse a tatuagem.
Em outros tempos sentiria muita vergonha, mas agora já tinha exposto o corpo para tantas pessoas que se sentia livre mostrando seu corpo com orgulho para alegria de seu Dono.
Sim não parecia mais estranha a palavra Dono, pois agora se sentia mesmo pertencendo à outra pessoa completamente de corpo e alma, passaram-se muitos momentos alguns terríveis outros maravilhosos.
Mesmo comandando mais de 50 funcionários a maioria homens, na intimidade do sexo (muito mais do que sexo) era atualmente uma escrava perfeita e nunca havia se sentido tão livre por mais contraditório que pareça.
Por isso estava ali, praticamente nua, aguardando o tatuador, para receber suas marcas, as marcas que seu Dono escolheu as iniciais do nome dele uma em cada seio, a inscrição propriedade de Mestre Edison nas nádegas.
Seu Dono estava junto e tinha mandado ficar de calcinhas mesmo que as primeiras fossem nos seios, só para exibi-la.
Quando começou o barulho da maquininha, fechou os olhos e lembrou do que tinha acontecido até agora, e uma lágrima rolou não de dor mas pura emoção.
Estava um dia daqueles na empresa, só problemas, tinha vontade de sumir, mas a responsabilidade era toda sua pelo sucesso daquela unidade e tinha que continuar lutando contra os problemas.
As 17h00min horas chegou um moto boy e entregou uma encomenda, achando que era mais um problema deixou em cima da mesa e foi cuidar do serviço.
As 18h30min com quase tudo resolvido se se preparava para ir embora quando lembrou da encomenda, abriu e quase caiu para trás.
Seu relacionamento estava péssimo, achava que seu Amor não lhe amava mais por isso cada vez mais afundava no trabalho, agora aquela ordem esdrúxula
“As 19h00min um táxi ira apanhar você em casa, e a levará para um lugar ordenado por mim. Assinado SEU DONO”.
Depois de tanto tempo, nunca mais havia usado esses termos SEU DONO, sua vida sexual estava muito monótona, seu amor parecia que havia desistido e você se acomodou, pois profissionalmente estava tudo indo bem.
Agora aquele bilhete, você decidiu que não iria e que depois conversaria com seu amor em casa e esclareceria finalmente sua relação, se não dava mais certo cada um pro seu lado.
Chegou a casa as 19h05min, o táxi estava na porta de seu prédio, sem saber por que chegou até o motorista e disse:

“Vou trocar de roupa, volto logo.”
“Entre, falou sem emoção.”

Entrei sem pensar, somente entrei e esperando o que ia acontecer.
Quando estávamos em movimento, o motorista entregou uma carta, sem falar nada.
“Estou querendo continuar nossa relação mestre/escrava, se você quiser ver até onde vamos permaneça no táxi, a viagem durará 2 horas, pense bem, pois irei levar você a lugares nunca antes conhecidos, sem direito a retorno, durante todo feriadão, usarei seu corpo de todas as maneiras e formas e ao final o veredicto será seu, se não quiser peça para o taxista voltar e continuaremos, sem tocar mais no assunto, vivendo normalmente é minha promessa. Beijos SEU DONO.”

Pensou em pedir para voltar, mas ao mesmo tempo ficou excitada com a promessa de um feriado inteiro de muito prazer, claro haveria dor, mas depois sempre tinha prazer, só a incomodava o fato de às vezes não dar nada certo e a relação ficar ainda pior. Mas não pediu para voltar.
A viagem durou mais de duas horas, o lugar era parecido com uma fazenda, havia um casarão enorme, o carro estacionou junto à entrada, havia uma escadaria que levava a porta.
“Pode descer a corrida já esta paga, e vou aproveitar mesmo, e piscou o olho.”
Desceu do carro, caminhou lentamente até a porta nervosa, enquanto procurava a campainha, a porta se abriu e dois negros enormes apareceram, ia perguntar, quando eles falaram.
“Entre escrava, estávamos esperando, acompanhe-nos.”

Eram enormes deviam ter mais de dois metros, fortes, usavam somente uma sunga branca de couro, o volume dava entender o que havia por baixo, ambos usavam coleira representando que eram escravos.
Levaram pelos corredores enormes da casa, desceram vários degraus e chegaram num quarto.
“Entre e aguarde", ordenou um deles.
A porta foi fechada e trancada, no quarto havia somente uma cama sem colchão com estrado de cordas, e um banheiro sem privada com um cano no lugar do chuveiro, sentou no chão e aguardou.
Não sabia quanto tempo havia passado, quando a porta abriu e SEU DONO entrou, trazia algumas coisas nas mãos e um enorme sorriso.
“Achei que não toparia, primeiro ponto para você, mas chegou atrasada escrava, tome banho se depile e vista somente esta capa, quando estiver pronta bata na porta.”

Não deu tempo de falar nada, pois ele saiu.
Entrou no banheiro tirou a roupa e foi para o “chuveiro” a água era muito fria e doía no corpo, mas fez o que ele ordenou, tomou banho e depilou-se, depois passou o óleo com perfume de amêndoas pelo corpo, depois vestiu a capa que era totalmente transparente vermelha, amarrada no pescoço, quando caminhava exibia quase todo seu corpo, sentiu tesão com o tecido leve roçando seu corpo, bateu na porta.
Os dois negros abriram à porta, esperava que fosse SEU DONO, mas resignou-se afinal havia vindo até aqui e as regras estavam estabelecidas no final de semana.
Foi subindo as escadas, com os escravos no meio deles, chegaram num tipo de palco, no meio havia corrente penduradas no teto e outras no chão e ao lado um tipo de lona de couro pendurado pelos cantos.
 O lugar era muito escuro e não via SEU DONO, começou a ficar nervosa lembrando das coisas que nunca haviam sido realizadas como orgia, mas ao mesmo tempo sentiu-se molhada.
Os escravos retiraram sua capa, e a levaram até as correntes, levantaram seus braços e prenderam nas correntes, ficou quase na ponta dos pés, afastaram suas pernas com firmeza e as prenderam nas correntes do chão, ficando assim totalmente exposta.
Estranhou não estar vendada, como sempre ficava quando realizavam estes jogos, estava pensando quando SEU DONO chegou.
"Seu teste começou quando entrou no táxi, agora escrava vai ser usada por cinco escravos que me foram emprestados, não há restrições para eles com seu corpo, durante três horas podem fazer o que quiserem e como. Não vou vendar você escrava quero que assista quem usa seu corpo de PUTA, pois no momento é somente o que é. Antes vou fazer algo que sei que não gosta e quero que conte bem alto, serão trinta chicotadas nas costas e trinta na frente."

Começou a sacudir a cabeça em pânico, pois odiava aquele chicote de tiras, SEU DONO começou nas costas, você contou a primeira alta, a segunda atingiu a bunda e você contou, até chegar a trinta foram pelas pernas, costas, nádegas.
Quando começou na frente já estava chorando, a primeira foi nas pernas e as seguintes foram subindo ventre, barriga, seios, você contando, as lágrimas rolando pelo seu rosto, mas conseguiu agüentar e viu o sorriso de SEU DONO embora rápido.
“Agora aproveitem e usem esta PUTA a vontade escravos.”
Entraram os cinco escravos, eram enormes todos negros e nus, seus cacetes eram enormes, além de nunca ter feito sexo com mais de uma pessoa aqueles escravos eram assustadores, mas não tinha como fugir e nem queria havia vindo por livre e espontânea vontade.
Começaram passando suas mãos enormes por seu corpo que estava quente das chicotadas, apertavam suas pernas, seus seios, sua bunda, mordiam sua nuca, eram várias as bocas e mãos, quando um deles enfiou três dedos em sua buceta, gozou muito abundantemente gemendo alto e ficou muito surpresa por sua reação, mas não sentiu vergonha e queria mais, o escravo percebeu que tinha gozado e deu um tapa na sua cara, você olhou para ele, levou uma cusparada no rosto, aquele parecia ser o líder, pois ordenou aos outros que a tirasse das correntes, você caiu devido ao tempo pendurada, eles a colocaram de joelhos no chão, ficaram em volta de você o ordenaram que chupasse todos ao mesmo tempo.
Nenhum cabia na sua boca, só conseguia enfiar a cabeça e mesmo assim eram grandes, mas agarrava com as mãos e lambia tudo, chupando com muita vontade, enquanto chupava os cinco fazendo a volta, masturbando sentiu um deles enfiar um pé na sua buceta, fazendo com que gozasse novamente, o primeiro a gozar agarrou seus cabelos, tentando enfiar mais, quase a engasgou quando começou a ejacular fartamente, não conseguia engolir tudo por isso levou nos olhos, rosto todo, não teve tempo nem de respirar e outro a puxou pelos cabelos, e assim os cinco ejacularam em sua boca, nem enxergava mais de tanta porra, eles riam muito.
Caiu no chão, exausta, mas satisfeita, que fantasia, afinal nem se lembrava mais das dores, somente da boca dormente, achou que SEU DONO ficaria satisfeito.
Os escravos queriam mais e a colocaram na lona, ficando com os braços esticados e as pernas abertas, seu ventre ficava na altura dos membros dos escravos e a inteira disposição, sem perder tempo um deles a penetrou com força, enquanto a possuía com violência os outros juntavam o esperma que estava sobre seu corpo e davam para você comer, depois foram se revisando quatro deles, notou que um ficava somente torcendo seus bicos dos seios, lhe batendo na bunda.
Depois de algum tempo retiraram da lona e a colocaram no chão, um deles deitou e os outros a colocaram por cima, ela a puxou de encontro a seu peito e abriu suas nádegas com as mãos.
“Vamos dois de uma vez, aproveitem"

Um outro aproveitou e a penetrou junto na buceta, sentiu-se completamente preenchida e apesar da dor gozou pela enésima vez, quase desfalecendo, os escravos aceleraram os movimentos e gozaram que ao mesmo tempo, arranhando seu corpo, puxando os cabelos, batendo muito.
Deixaram você no chão, outro veio e a colocou de quatro, o outro que não havia lhe possuído pisou em cima de suas costa, obrigando a baixar e empinar mais a bunda.
“Fique lambendo meus pés e arregace esse rabo, cadela vadia”.
Enquanto lambia seu pé, outro a enrabou com muita força, a dor foi enorme, tentou sair por instinto, mas ele lhe puxou com força e terminou a penetração, com seu cacete enorme todo dentro, começou os movimentos se deliciando, gozou fartamente e retirou-se, outro veio e também lhe enrabou, agora já não sentia dor e gozou novamente, junto com ele.
“Sabe por que ainda não lhe possui? Falou o outro escravo; para não estragar a diversão dos outros e a virou de frente.”

Ficou assustada com o tamanho do cacete do escravo era enorme, achou que não podia existir daquele tamanho, entrou em pânico.
“Por favor, Senhor vai me matar, rasgar toda.”
“Minha Dona não permite que coma bucetas, e faz mais de seis meses que não como ninguém, pois é difícil achar quem agüenta no cú meu pau e hoje como você é nossa vou gozar muito.”

Pensou que não agüentaria, mas ele não desistiria, a colocou de frente mandou levantar as pernas, dois escravos a seguraram assim aberta.
“Vou colocar devagar, quero ter prazer, não matar você, sei que vai agüentar e ainda gozar.”

Foi para cima e lhe olhando fixamente nos olhos, começou a tentativa, sentiu encostar a cabeça e gemeu, lhe bateu na cara e continuou devagar com carinho, deixando acostumar com a pontinha, como já tinha sido enrabada antes, a cabeça entrou, você gritou e recebeu um carinho no rosto.
“Viu entrou o mais difícil, falei ta toda molhada”.
E ficou esfregando seu clitóris, enquanto continuava a penetração.
Você tinha a sensação de a qualquer momento iria ser rasgada, mas o tesão aumentava a cada momento sem nenhuma explicação, foi ficando cada vez mais excitada e o olhar de prazer daquele escravo a enlouquecia, por um momento parece que entrou em transe.
“Já entrou tudo escrava linda.”
E começou movimentos, não agüentou muito e gozou muito, você gozou junto mais do que das outras vezes, a ficou estocando um bom tempo depois de gozar até amolecer um pouco para sair de dentro de você.
Depois que saiu, seguiu o mesmo ritual dos outros e esvaziou a camisinha dentro de uma taça.
De seu cú saia um filete de sangue, mas sentia-se orgulhosa de ter agüentado, certamente SEU DONO estaria satisfeito, nunca tinha gozado tanto, estava exausta e não sentia vergonha somente orgulho, talvez SEU DONO tivesse razão e devesse libertar-se através da escravidão.
Os escravos a colocaram de joelhos e lhe entregaram três taças com o resultado de seus orgasmos com você, já sabia o que devia fazer, e bebeu tudo com orgulho e vontade, olhando sempre para eles.
Quando terminou SEU DONO apareceu lhe algemou as mãos as costa, ordenou que levantasse, sentia dificuldade, com as pernas bambas conseguiu amparada por um dos escravos, SEU DONO piscou e sorriu.
As luzes acenderam, levou um susto, pois havia cadeiras próximas ao palco e cerca de vinte pessoas haviam assistido, mas não sentiu vergonha e encarou a platéia, formada por Mestres, Mistress, escravos, escravas.
“Podem levá-la"
SEU DONO ordenou.

Por Mestre Edison em contosBDSM.com :)

6 comentários:

Piment29 disse...

Olha lhe confesso ... Nunca cheguei a essa etapa ... Mas confesso que AMEI .... Fiquei excitada e impressionada com tudo que li ... Bjus Apimentados .... =)

Luna_Gabo*Bad Wolf* disse...

Excitante demais...uiii...

seu blog é uma tentação!

BJS!

Luna_Gabo

Sr.Sérgio-sp disse...

OLA PRINCESA!
VIM RETRIBUIR SUA VISITA E, NÃO ME ARREPENDI.
BOM GOSTO E TEXTOS MUITO DETALHADOS.
PARABENS!
MINHAS SUAQDAÇÕES A SEU DONO.
SS- SR. SÉRGIO-SP

{Júlia}Domador disse...

esses contos deixam a gente numa excitação... dá vontade de virar a personagem principal....rsrs

bjus

princess kitty disse...

Olá Princesa!

Tem um selinho pra ti lá no meu blog!
Miaubeijos =^.^=

Patife disse...

Uau. "É como se tivesses palavras de dedos ou dedos na extremidade das tuas palavras."