sexta-feira, 18 de março de 2011

* Pony Girl *

ACESSÓRIOS PARA PONYGIRLS

Fase 1 - Arreamento de uma pony

 A primeira providencia a ser tomada quando se vai arrear uma pony, é a escolha certa de todos os apetrechos que serão usados naquela pony. Vamos por etapas com o processo de arrear a égua.

1) BOTAS - As botas são colocadas na égua que está sendo arreada, estando ela presa pela coleira na argola que deve ficar na parede da estrebaria. Em toda e qualquer circunstância, o cavalariço ou o treinador que estiver arreando o animal, não deve falar nada com ele, tipo vire a cabeça, ou abra a boca na hora de colocar o bridão. Tudo tem que ser feito sempre com toques, que podem ser sutis, ou mais violentos se o animal é muito arisco, ou se recusa os sinais dados por quem o está arreando. No caso das botas, uma leve batida na perna da égua indica que ela deve levantar aquela perna para que seja enfiada a bota. Essa batida é dada geralmente com o cabo do chicote, jamais com a mão, portanto o treinador que estiver arreando o animal deve ter sempre consigo seu chicote. A bota deve ser enfiada e o cano puxado até em cima. Uma pony bem arreada tem obrigatoriamente que usar botas de canos longos, de couro bem macio, que serão presas depois na barrrigueira que será apertada na cintura da égua. O solado das botas varia conforme a apresentação que ela irá fazer. Se estiver sendo arreada, para lazer de seus proprietários, ou de seus amigos, para ser atrelada à uma charrete, as botas tem que ter o solado grosso com pequenos cravos na sola. Isto porque se houver lama onde a égua ira transitar, ela não corre o risco de escorregar e se machucar, visto ter os braços presos aos varais da charrete. E também dá maior aderência ao solo na hora de puxar a charrete numa subida por exemplo. Após colocar a bota numa perna da égua, uma outra batida na outra perna significa que a égua deverá se virar para o treinador para que ele coloque a outra bota, nunca o treinador dá a volta na égua. São regras básicas mas que definem sempre quem está no comando do ato. O animal não tem vontade própria e só obedece as ordens de seus donos.

2) BARRIGUEIRA - Após a colocação das botas, deve ser colocada a barrigueira. Antes de apertar a barrigueira ou mesmo coloca-la na égua o treinador deve dar um golpe seco com o cabo do chicote, na barriga dela, para que ela a encolha facilitando o aperto da barrigueira. Depois de algum tempo de prática o treinador sabe até que ponto deve apertar a barrigueira. Ela tem que ser extremamente apertada, a fim de que a égua fique com a cintura bem delineada, e ao mesmo tempo com os seios bem mais empinados do que antes da colocação. Nos primeiros momentos o animal sofre um pouco de falta de ar, ma logo se acostuma. Toda barrigueira tem fixadas ao seu redor diversas argolas que servem para os mais variados usos. As argolas laterais servem para que se amarre as tiras que estão presas aos canos das botas, a fim de evitar que os canos escorreguem pela perna da égua, já que são de couro muito macio e ficam parecendo meias.

 3) LUVAS - Dependendo do uso a que o animal será submetido na sessão, será colocada ou não a luva manietadora nos braços da égua. São luvas de cano longo, também feitas de couro fino, sendo que as duas luvas são fabricadas em uma só peça de couro com as mãos unidas que são enfiadas nos braços do animal, pelas costas de forma que ele fique com os braços totalmente imobilizados para trás. Isto também faz com que os seios da égua sobressaiam mais. Estas luvas são usadas somente para demonstrações do passos de poneys, para corridas sem obstáculos e para desfiles de paramentos e arreios especiais. As mãos das luvas não tem dedos. Estas luvas também são aplicadas às ponys novatas para que se acostumem a se alimentar sem o auxilio da mão, e geralmante passam 15 dias sem que sejam tiradas, para acostuma-las bem a não usar mais nem os braços nem as mãos. Uma das coisas mais difíceis das ponys aprenderem, é correr sem o balanço dos braços. Com os braços presos pelas luvas nas costas, a principio quase todas as éguas não usam toda a velocidade que podem em uma corrida, pelo receio que tem de cair. Com o tempo elas se acostumam. Toda essa prática serve também para que na hora da corrida, os seios das éguas fiquem bem soltos, e balancem em todas as direções, sacudindo os sinos que tem presos nas argolas dos mamilos. Em caso de corrida de obstáculo, a prática já é diferente. A égua tem necessidade de ter os braços rente ao corpo, na hora em que salta o obstáculo, para gerar maior impulso. Nesse caso as luvas tem presas na altura do pulso uma argola que é presa à coleira que toda égua sempre tem no pescoço. Ela corre com os braços encolhidos ao lado do corpo, dando maior segurança na hora do salto, mas não pode balança-los. A imobilização dos braços de uma égua tem importância fundamental em seu treinamento. Uma égua bem treinada, pode ser deixada solta no pasto por exemplo, sem que saiba que está sendo observada, ou mesmo amarrada a argola da parede externa da casa, com os braços soltos, que ela espantará os mosquitos ou bichinhos voadores que porventura sentem nela, com o rabo anal ou com o penacho do cabresto, tal o condicionamento dela em não usar os braços para nada. Se estiver bem treinada ela não espanta o mosquito com as mãos de maneira nenhuma e aí se vê o trabalho de um bom treinador. Se ela for ser usada como animal de tração, puxando ou a charrete ou a carroça em parelha com outras ponys em serviços pesados na fazenda ou no sitio de seu dono, ela é presa aos varais do veiculo que vai tracionar, pelos pulsos tendo portanto da mesma forma seus braços imobilizados. Geralmente os varais da charrete ou carroça são presos à barrigueira do animal, portanto o peso recai sobre as ancas do mesmo, que como a barrigueira está muito apertada, o peso se apóia na parte mais forte do animal. Seus braços são presos aos varais e ela pode usar as mãos para ajudar a puxar o veiculo.

4) ARGOLAS DE MAMILOS - A maioria dos proprietários de ponys, deixa que elas fiquem permanentemente com as argolas dos mamilos e do nariz, inclusive alguns mandam que sejam soldadas a peças no lugar, ficando portanto definitivamente fixas. Porém alguns tiram as argolas de seus animais, e na hora de arrear elas tem que ser colocadas. Como no dia da furação do mamilo daquela égua, ela foi feita com um agulha bem grossa, o buraco do bico do seio da égua, não fecha tão facilmente como o de uma orelha por exemplo, mas sempre dá trabalho colocar as argolas em uma égua que ficou muito tempo sem ser arreada. Deve-se passar antes de tentar enfiar a argola, um alargador próprio que todo dono de pony costuma ter. Passa-se três ou quatro vezes o alargador e depois se fixa a argola.

5) SINOS DE MAMILOS – existe uma variedade muito grande de sinos de mamilos, portanto deve ser feita uma escolha cuidadosa do sino que vai ser colocado na égua. Nunca em hipótese nenhuma se deve colocar sinos com mais de 200 gramas de peso. Além de estragarem o animal, eles não tem o som harmonioso dos mais leves. O ideal são os sinos com 100 gramas, são suficientemente pesados para produzir um som audível e não forçam muito o seios da égua para baixo. A correntinha que os segura nas argolas dos mamilos, não deve ser muito comprida, pois correm o risco de tocar muito mal, eles precisam ficar rente ao seio do animal para que com pequenos balanços dos seios já produzam sons. Tem éguas que refugam muito os sinos, neste caso aconselha-se que se coloque os de 200 gramas e deixe por pelo menos um mês no animal, até que os mesmos façam parte da estrutura da égua, e ela fique tão acostumada que sinta falta deles quando são retirados.

6) ARGOLA DE NARIZ – A argola de nariz é um refinamento recente cuja finalidade é poder conduzir muitas éguas de uma vez só, de um lado para outro, pois um só homem com finos cordões conduz inúmeras éguas presas pela argola no nariz. Serve também para manter o animal preso nas argolas de parede, com rédea curta impedindo-o de sentar.

7) LEVANTADOR DE NARIZ - Está se usando também um novo apetrecho que consiste em um gancho duplo que é preso nas narinas da égua e é puxado para cima e preso no alto do cabresto, fazendo com que o nariz do animal fique repuxado e mais abertas as narinas, e dizem os inovadores que com esse pequeno truque a capacidade de aeração da pony aumenta muito, fazendo com que se canse muito menos, agüentando portanto muito melhor longas jornadas de trabalho ou diversão.

8) COLEIRA – É enorme a variedade de coleiras para ponys, que não diferem em nada das de outros animais. Uma boa coleira de pony deve ter no mínimo seis argolas fixas em toda volta. Essas são coleiras comuns, para uso no dia a dia. Nos dias de exibição no entanto é diferente. Para cada modalidade que a pony vai disputar, é usada uma coleira diferente. Se ela vai disputar um concurso de passos, deve ser colocada uma coleira de couro rígido de no mínimo 15 cm na parte da frente por dois na parte da nuca. Isto faz com que a égua fique com o nariz bem empinado, puxando também os seios para cima, ficando com o dorso bem para trás. Esta coleira é usada para mostrar o grau de adestramento que o animal teve, pois a égua é incapaz de ver onde está pisando, nem pode controlar seus passos visualmente, tem que fazer tudo só com treino intensivo. Alguns donos chegam ao exagero de colocar coleiras de tal forma largas que o animal fica olhando para cima, tal é a confiança que tem em seus animais na hora do percurso.

9) COLEIRA PARA SEGURAR SEIOS - Está começando uma moda agora, em que a coleira tem duas tiras na frente que seguram duas argolas de metal nas quais são enfiados os seios das éguas e que tem mais duas correias que são amarradas nas costas da pony, cuja serventia é deixar os seios das éguas mais rijos, fazendo com que balancem menos, e aí colocam sinos pesados de 300 gramas para que balancem só os mamilos.

10) CABRESTO - O cabresto é o mais refinado dos apetrechos de uma pony, e geralmente o mais bonito porque é o que aparece mais. Recomendamos cabrestos funcionais para uso diário e os mais rebuscados para desfiles. O cabresto é uma peça toda de couro grosso e de argolas, que é colocada na cabeça da égua, afivelada por baixo do queixo e na nuca. Nos lados, junto as faces ficam os tapa-olhos, peças importantes em muitas ocasiões. Nos primeiros dias de adestramento de uma pony, recomendamos o uso de um cabresto pesado, com um freio bucal (é a peça ou de aço ou de borracha que é enfiada na boca do animal) grosso, para que ela se acostume. A égua deve ficar também 15 dias sem que lhe seja tirado o cabresto, retirando-se a noite somente o penacho. Este penacho é colocado no alto do cabresto, sobre a cabeça da pony, e servirá também não só como um enfeite, mas como um rabo suplementar para espantar mosquitos. É no cabresto que são presas as rédeas, para condução do animal. Existem cabrestos muito elaborados, mas os mais simples e práticos de se colocar e tirar são o ideal para a prática do adestramento da pony. A peça de borracha que é enfiada na boca da égua quando é colocado o cabresto em sua cabeça, depois que a égua já se adaptou ao seu uso, é feita de borracha macia e não muito grossa, de modo que a égua quase consegue fica de boca fechada. Na hora de apertar as fivelas do cabresto o treinador deve verificar se a correia de couro que passa por baixo do queixo da égua está bem apertada, a fim de evitar que ela abra a boca para respirar, sua respiração deve ser sempre pelas narinas. Isto porque maioria dos proprietários de ponys, ficam satisfeitos ao verem seus animais salivando abundantemente pela boca e com as narinas dilatadas, sinal de que a saúde do animal está perfeita e o exercício a que foi submetido foi adequado ao bom uso do animal em questão. O tapa-olho é uma peça importante nos acessórios das ponys, pois serve para direcionar a visão da égua somente e sempre só em uma direção que é a que fica a sua frente, portanto não desviando a concentração do animal de suas obrigações em obedecer ao comando das rédeas e do chicote. Com o uso do tapa-olho, o animal também não percebe de onde virá a chicotada que leva de vez em quando para apressar o passo, ou por simples deleite de seu condutor, levando sempre susto ativando assim a circulação sanguinea.

11) CORPETE – O corpete é mais usado como enfeite e serve para desfiles solenes, como abre alas, e é como os antigos espartilhos, devendo ser colocado no animal tão apertado que são necessários dois homens para puxar um de cada lado os cordéis que o apertam. Em alguns lugares da Europa, é usado em uma competição de ponys com a cintura com menor diâmetro. Ele também deixa sempre os seios das éguas mais levantados.

 12) RABO – O rabo além de ser um acessório importante para a égua, pois é seu espantador de insetos, é o que complementa e completa a ponygirl como animal, além de embelezar muito o conjunto. Os rabos antigos eram simplesmente um consolo fixo a uma correia que era passada entre as pernas da égua sendo o consolo enfiado no anus dela, as pontas da correia eram afiveladas à barrigueira. Estes consolos hoje chamados plugs tem a ponta mais estreita, engrossando na parte que fica perto da correia e depois forma um gargalo, estreitando bastante onde é fixado na correia. A finalidade desse gargalo é que, depois de introduzida a parte mais larga no anus da égua, quando passa para o gargalo o esfíncter se fecha impedindo que o consolo escape do anus do animal. Mesmo que não se prenda as correias, o plug não sai, a não ser que a égua faça muita força para expeli-lo. Na parte externa da correia é fixado o rabo, da escolha do proprietário do animal. Os rabos muito longos são os piores, pois a égua não consegue se abanar com ele, e acumula sujeira por causa da poeira, lama e outros detritos da estrada. Os mais adequados são os que ficam armados para cima pois possibilitam maior varredura com relação aos insetos. Aqueles antigos que ficavam pendurados atrás das ponys, não servem nem para embelezamento. As novas correias de plugs, vem com dois plugs fixos, um anal e um vaginal. O vaginal é sempre 30% maior tanto no comprimento como no diâmetro que o anal. É muito importante o treinador saber bem quais medidas a pony agüenta, pois se forem introduzidos plugs acima ds medidas corretas da pony, o rendimento dela será bem menor. Só se usam plugs maiores, como castigo, para o prazer de seu dono ao coloca-lo e retira-lo, e nas competições em que são especificadas as medidas dos plugs, para aumentar o grau de dificuldade das provas. Na hora em que forem ser introduzidos, é muito importante enfiar primeiro o plug anal, pois a vagina sendo mais larga, fica mais fácil depois a penetração do outro plug nela. Um bom treinador introduz os dois plugs ao mesmo tempo, mas é preciso prática para isso. Nunca lambuze os plugs com muita vaselina, basta unta-los levemente para que deslizem suavemente para dentro do animal e para que o excesso não fique escorrendo para fora. É preciso que principalmente no plug anal seja passado um lubrificante qualquer, pois é o que mais força as paredes internas da égua, na demonstração dos passos de pony, e também o que mais contribui para que a égua possa inadvertidamente expressar em sua cara algum tipo de expressão como de dor, de prazer, de desconforto, pois ao menor esgar os juizes tirarão pontos preciosos na competição. O animal deve fazer todos os exercícios determinados pelos diretores de prova, sem demonstrar nem um tipo de sentimento. Nas provas de corrida com obstáculos, os plugs devem ser os menores possíveis, nas de corrida de velocidade podem ser um pouco maiores. Em caso de se estar efetuando uma venda do animal, pode-se a titulo ilustrativo na frente do futuro comprador, introduzir-se plugs enormes na égua negociada somente para mostrar a capacidade dela suportar uma carga maior, porque muitos donos compram o animal só pela sua capacidade anal e vaginal, para certos donos isso é fundamental, pois gostam de exibi-las aos amigos e convidados em demonstrações de introdução de plugs nas éguas.

13) COALHEIRA - Esta é uma peça que vai aplicada na cintura da pony, com uma parte larga de couro na frente, na qual estão afixados os tirantes que vão ser presos no arado. Normalmente são usadas duas ponys para arar um pedaço de terra, e devem ser colocadas para arar depois de uma chuva forte ou mesmo durante a chuva. A vantagem de trabalharem debaixo de chuva é que as éguas não cansam tão rápido como no sol. O rendimento sob a chuva chega a ser duas vezes maior do que no sol, inclusive porque as ponys não ficam suadas e não aparecem mosquitinhos nem bichinhos perturbadores. Os plugs para esse serviço devem ser médios, pois elas fazem muita força com o tronco, e a inclinação para frente de seus corpos é muito grande, alterando as paredes do anus e da vagina. Alguns treinadores acham inclusive que sem os plugs elas rendem mais, mas isto descaracteriza a função de uma pony, e sua humilhação. A coalheira deve ser de couro macio, pois a violenta fricção por causa do peso do arado, muitas vezes fere toda a pele do abdome e das pernas da égua. Normalmente são quatro tirantes presos desde a parte superior da coalheira até o meio das coxas do animal, que se unem em um só no arado.

14) CEGANTE – O cegante é um tapa-olho que deixa o animal completamente sem visão. O objetivo dele é deixar de tal modo condicionado o animal a obedecer os comandos de seus treinadores, que não tenha a mais leve hesitação ao toque das rédeas por exemplo. A obediências às rédeas de seios é mais difícil, pelo menor domínio que o animal tem em perceber o toque no seio escolhido. O animal chega a ficar de tal forma condicionado, que se pode promover corridas com todas as éguas portando cegantes.






Autores: Miriam e Roberto Andrade
e-mail: miriam031@hotmail.com

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Abandonado...

Meu blog tá meio abandonado...
Estou meio sem inspiração e não ando achando nenhum conto excitante... Mas logo logo estarei postando algo bom! :)
Beijos...

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

* A Libertação de Carla - Primeira Parte *

É um pouco longo, mas vale a pena ler... Ainda tem a segunda parte que postarei brevemente... :)


Estava sentada somente de calcinhas, como sempre fio dental, esperando que começasse a tatuagem.
Em outros tempos sentiria muita vergonha, mas agora já tinha exposto o corpo para tantas pessoas que se sentia livre mostrando seu corpo com orgulho para alegria de seu Dono.
Sim não parecia mais estranha a palavra Dono, pois agora se sentia mesmo pertencendo à outra pessoa completamente de corpo e alma, passaram-se muitos momentos alguns terríveis outros maravilhosos.
Mesmo comandando mais de 50 funcionários a maioria homens, na intimidade do sexo (muito mais do que sexo) era atualmente uma escrava perfeita e nunca havia se sentido tão livre por mais contraditório que pareça.
Por isso estava ali, praticamente nua, aguardando o tatuador, para receber suas marcas, as marcas que seu Dono escolheu as iniciais do nome dele uma em cada seio, a inscrição propriedade de Mestre Edison nas nádegas.
Seu Dono estava junto e tinha mandado ficar de calcinhas mesmo que as primeiras fossem nos seios, só para exibi-la.
Quando começou o barulho da maquininha, fechou os olhos e lembrou do que tinha acontecido até agora, e uma lágrima rolou não de dor mas pura emoção.
Estava um dia daqueles na empresa, só problemas, tinha vontade de sumir, mas a responsabilidade era toda sua pelo sucesso daquela unidade e tinha que continuar lutando contra os problemas.
As 17h00min horas chegou um moto boy e entregou uma encomenda, achando que era mais um problema deixou em cima da mesa e foi cuidar do serviço.
As 18h30min com quase tudo resolvido se se preparava para ir embora quando lembrou da encomenda, abriu e quase caiu para trás.
Seu relacionamento estava péssimo, achava que seu Amor não lhe amava mais por isso cada vez mais afundava no trabalho, agora aquela ordem esdrúxula
“As 19h00min um táxi ira apanhar você em casa, e a levará para um lugar ordenado por mim. Assinado SEU DONO”.
Depois de tanto tempo, nunca mais havia usado esses termos SEU DONO, sua vida sexual estava muito monótona, seu amor parecia que havia desistido e você se acomodou, pois profissionalmente estava tudo indo bem.
Agora aquele bilhete, você decidiu que não iria e que depois conversaria com seu amor em casa e esclareceria finalmente sua relação, se não dava mais certo cada um pro seu lado.
Chegou a casa as 19h05min, o táxi estava na porta de seu prédio, sem saber por que chegou até o motorista e disse:

“Vou trocar de roupa, volto logo.”
“Entre, falou sem emoção.”

Entrei sem pensar, somente entrei e esperando o que ia acontecer.
Quando estávamos em movimento, o motorista entregou uma carta, sem falar nada.
“Estou querendo continuar nossa relação mestre/escrava, se você quiser ver até onde vamos permaneça no táxi, a viagem durará 2 horas, pense bem, pois irei levar você a lugares nunca antes conhecidos, sem direito a retorno, durante todo feriadão, usarei seu corpo de todas as maneiras e formas e ao final o veredicto será seu, se não quiser peça para o taxista voltar e continuaremos, sem tocar mais no assunto, vivendo normalmente é minha promessa. Beijos SEU DONO.”

Pensou em pedir para voltar, mas ao mesmo tempo ficou excitada com a promessa de um feriado inteiro de muito prazer, claro haveria dor, mas depois sempre tinha prazer, só a incomodava o fato de às vezes não dar nada certo e a relação ficar ainda pior. Mas não pediu para voltar.
A viagem durou mais de duas horas, o lugar era parecido com uma fazenda, havia um casarão enorme, o carro estacionou junto à entrada, havia uma escadaria que levava a porta.
“Pode descer a corrida já esta paga, e vou aproveitar mesmo, e piscou o olho.”
Desceu do carro, caminhou lentamente até a porta nervosa, enquanto procurava a campainha, a porta se abriu e dois negros enormes apareceram, ia perguntar, quando eles falaram.
“Entre escrava, estávamos esperando, acompanhe-nos.”

Eram enormes deviam ter mais de dois metros, fortes, usavam somente uma sunga branca de couro, o volume dava entender o que havia por baixo, ambos usavam coleira representando que eram escravos.
Levaram pelos corredores enormes da casa, desceram vários degraus e chegaram num quarto.
“Entre e aguarde", ordenou um deles.
A porta foi fechada e trancada, no quarto havia somente uma cama sem colchão com estrado de cordas, e um banheiro sem privada com um cano no lugar do chuveiro, sentou no chão e aguardou.
Não sabia quanto tempo havia passado, quando a porta abriu e SEU DONO entrou, trazia algumas coisas nas mãos e um enorme sorriso.
“Achei que não toparia, primeiro ponto para você, mas chegou atrasada escrava, tome banho se depile e vista somente esta capa, quando estiver pronta bata na porta.”

Não deu tempo de falar nada, pois ele saiu.
Entrou no banheiro tirou a roupa e foi para o “chuveiro” a água era muito fria e doía no corpo, mas fez o que ele ordenou, tomou banho e depilou-se, depois passou o óleo com perfume de amêndoas pelo corpo, depois vestiu a capa que era totalmente transparente vermelha, amarrada no pescoço, quando caminhava exibia quase todo seu corpo, sentiu tesão com o tecido leve roçando seu corpo, bateu na porta.
Os dois negros abriram à porta, esperava que fosse SEU DONO, mas resignou-se afinal havia vindo até aqui e as regras estavam estabelecidas no final de semana.
Foi subindo as escadas, com os escravos no meio deles, chegaram num tipo de palco, no meio havia corrente penduradas no teto e outras no chão e ao lado um tipo de lona de couro pendurado pelos cantos.
 O lugar era muito escuro e não via SEU DONO, começou a ficar nervosa lembrando das coisas que nunca haviam sido realizadas como orgia, mas ao mesmo tempo sentiu-se molhada.
Os escravos retiraram sua capa, e a levaram até as correntes, levantaram seus braços e prenderam nas correntes, ficou quase na ponta dos pés, afastaram suas pernas com firmeza e as prenderam nas correntes do chão, ficando assim totalmente exposta.
Estranhou não estar vendada, como sempre ficava quando realizavam estes jogos, estava pensando quando SEU DONO chegou.
"Seu teste começou quando entrou no táxi, agora escrava vai ser usada por cinco escravos que me foram emprestados, não há restrições para eles com seu corpo, durante três horas podem fazer o que quiserem e como. Não vou vendar você escrava quero que assista quem usa seu corpo de PUTA, pois no momento é somente o que é. Antes vou fazer algo que sei que não gosta e quero que conte bem alto, serão trinta chicotadas nas costas e trinta na frente."

Começou a sacudir a cabeça em pânico, pois odiava aquele chicote de tiras, SEU DONO começou nas costas, você contou a primeira alta, a segunda atingiu a bunda e você contou, até chegar a trinta foram pelas pernas, costas, nádegas.
Quando começou na frente já estava chorando, a primeira foi nas pernas e as seguintes foram subindo ventre, barriga, seios, você contando, as lágrimas rolando pelo seu rosto, mas conseguiu agüentar e viu o sorriso de SEU DONO embora rápido.
“Agora aproveitem e usem esta PUTA a vontade escravos.”
Entraram os cinco escravos, eram enormes todos negros e nus, seus cacetes eram enormes, além de nunca ter feito sexo com mais de uma pessoa aqueles escravos eram assustadores, mas não tinha como fugir e nem queria havia vindo por livre e espontânea vontade.
Começaram passando suas mãos enormes por seu corpo que estava quente das chicotadas, apertavam suas pernas, seus seios, sua bunda, mordiam sua nuca, eram várias as bocas e mãos, quando um deles enfiou três dedos em sua buceta, gozou muito abundantemente gemendo alto e ficou muito surpresa por sua reação, mas não sentiu vergonha e queria mais, o escravo percebeu que tinha gozado e deu um tapa na sua cara, você olhou para ele, levou uma cusparada no rosto, aquele parecia ser o líder, pois ordenou aos outros que a tirasse das correntes, você caiu devido ao tempo pendurada, eles a colocaram de joelhos no chão, ficaram em volta de você o ordenaram que chupasse todos ao mesmo tempo.
Nenhum cabia na sua boca, só conseguia enfiar a cabeça e mesmo assim eram grandes, mas agarrava com as mãos e lambia tudo, chupando com muita vontade, enquanto chupava os cinco fazendo a volta, masturbando sentiu um deles enfiar um pé na sua buceta, fazendo com que gozasse novamente, o primeiro a gozar agarrou seus cabelos, tentando enfiar mais, quase a engasgou quando começou a ejacular fartamente, não conseguia engolir tudo por isso levou nos olhos, rosto todo, não teve tempo nem de respirar e outro a puxou pelos cabelos, e assim os cinco ejacularam em sua boca, nem enxergava mais de tanta porra, eles riam muito.
Caiu no chão, exausta, mas satisfeita, que fantasia, afinal nem se lembrava mais das dores, somente da boca dormente, achou que SEU DONO ficaria satisfeito.
Os escravos queriam mais e a colocaram na lona, ficando com os braços esticados e as pernas abertas, seu ventre ficava na altura dos membros dos escravos e a inteira disposição, sem perder tempo um deles a penetrou com força, enquanto a possuía com violência os outros juntavam o esperma que estava sobre seu corpo e davam para você comer, depois foram se revisando quatro deles, notou que um ficava somente torcendo seus bicos dos seios, lhe batendo na bunda.
Depois de algum tempo retiraram da lona e a colocaram no chão, um deles deitou e os outros a colocaram por cima, ela a puxou de encontro a seu peito e abriu suas nádegas com as mãos.
“Vamos dois de uma vez, aproveitem"

Um outro aproveitou e a penetrou junto na buceta, sentiu-se completamente preenchida e apesar da dor gozou pela enésima vez, quase desfalecendo, os escravos aceleraram os movimentos e gozaram que ao mesmo tempo, arranhando seu corpo, puxando os cabelos, batendo muito.
Deixaram você no chão, outro veio e a colocou de quatro, o outro que não havia lhe possuído pisou em cima de suas costa, obrigando a baixar e empinar mais a bunda.
“Fique lambendo meus pés e arregace esse rabo, cadela vadia”.
Enquanto lambia seu pé, outro a enrabou com muita força, a dor foi enorme, tentou sair por instinto, mas ele lhe puxou com força e terminou a penetração, com seu cacete enorme todo dentro, começou os movimentos se deliciando, gozou fartamente e retirou-se, outro veio e também lhe enrabou, agora já não sentia dor e gozou novamente, junto com ele.
“Sabe por que ainda não lhe possui? Falou o outro escravo; para não estragar a diversão dos outros e a virou de frente.”

Ficou assustada com o tamanho do cacete do escravo era enorme, achou que não podia existir daquele tamanho, entrou em pânico.
“Por favor, Senhor vai me matar, rasgar toda.”
“Minha Dona não permite que coma bucetas, e faz mais de seis meses que não como ninguém, pois é difícil achar quem agüenta no cú meu pau e hoje como você é nossa vou gozar muito.”

Pensou que não agüentaria, mas ele não desistiria, a colocou de frente mandou levantar as pernas, dois escravos a seguraram assim aberta.
“Vou colocar devagar, quero ter prazer, não matar você, sei que vai agüentar e ainda gozar.”

Foi para cima e lhe olhando fixamente nos olhos, começou a tentativa, sentiu encostar a cabeça e gemeu, lhe bateu na cara e continuou devagar com carinho, deixando acostumar com a pontinha, como já tinha sido enrabada antes, a cabeça entrou, você gritou e recebeu um carinho no rosto.
“Viu entrou o mais difícil, falei ta toda molhada”.
E ficou esfregando seu clitóris, enquanto continuava a penetração.
Você tinha a sensação de a qualquer momento iria ser rasgada, mas o tesão aumentava a cada momento sem nenhuma explicação, foi ficando cada vez mais excitada e o olhar de prazer daquele escravo a enlouquecia, por um momento parece que entrou em transe.
“Já entrou tudo escrava linda.”
E começou movimentos, não agüentou muito e gozou muito, você gozou junto mais do que das outras vezes, a ficou estocando um bom tempo depois de gozar até amolecer um pouco para sair de dentro de você.
Depois que saiu, seguiu o mesmo ritual dos outros e esvaziou a camisinha dentro de uma taça.
De seu cú saia um filete de sangue, mas sentia-se orgulhosa de ter agüentado, certamente SEU DONO estaria satisfeito, nunca tinha gozado tanto, estava exausta e não sentia vergonha somente orgulho, talvez SEU DONO tivesse razão e devesse libertar-se através da escravidão.
Os escravos a colocaram de joelhos e lhe entregaram três taças com o resultado de seus orgasmos com você, já sabia o que devia fazer, e bebeu tudo com orgulho e vontade, olhando sempre para eles.
Quando terminou SEU DONO apareceu lhe algemou as mãos as costa, ordenou que levantasse, sentia dificuldade, com as pernas bambas conseguiu amparada por um dos escravos, SEU DONO piscou e sorriu.
As luzes acenderam, levou um susto, pois havia cadeiras próximas ao palco e cerca de vinte pessoas haviam assistido, mas não sentiu vergonha e encarou a platéia, formada por Mestres, Mistress, escravos, escravas.
“Podem levá-la"
SEU DONO ordenou.

Por Mestre Edison em contosBDSM.com :)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O Bobo e a Boba

O Bobo

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas - uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis.

 Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
"Eu sei" -respondeu o não tão tolo assim - "ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda."

Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa. Mas vamos observar somente três.

A primeira: quem parece idiota, nem sempre é. Dito em forma de pergunta: Quais eram os verdadeiros tolos dessa história?

A segunda: se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.

Mas a conclusão mais interessante, a meu ver, é a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos. Nem sempre opiniões a nosso respeito corresponde o que realmente somos.

A Boba

Na mesma aldeia, também havia uma jovem mulher, que parecia linda, apesar de esconder-se debaixo de vestidos sujos, rasgados e vivendo de esmolas. Os homens se divertiam com a idiota da aldeia.

A pobre coitada era açoitada, quase estuprada e tinhas suas roupas ainda mais rasgadas diariamente e por muitos ao mesmo tempo. Viviam caçoando dela, como se fosse o jardim ou a praça pública da aldeia. Se dormia nas escadarias da Igreja, sempre aparecia um, colocava o pau pra fora, puxava-lhe os cabelos e enfiava a rola em sua boca, obrigando-lhe a suga-lo até o gozo.

Outros simplesmente acordavam-na de madrugada, assustavam-na e a obrigavam colocar-se de joelhos, com os peitos descoberto, o vestido corrido até o ventre. E chingando-lhe de maluca e vadia e cadela, terminavam mijando em seu corpo, antes de joga-la nas águas do chafariz para tomar banho.

Seu vestido molhado colava-se em seu esqueleto - incrível, lindo e sedutor. Tornava-se alvo de passaros e peixes, que também queriam beliscar seus pés e seu rosto. Uns colocavam-lhe duas rolas nas mãos - uma grande e outra pequena, e pediam para que ela escolhesse e masturbasse a que mais gostasse. Ela sempre escolhia a maior, aquela que, ao penetrar sua buceta e seu cú, quase arrombava-lhe a alma, já que o prazer confundia-se com dor. E todos riam sem dó. Apenas ficavam desesperados com o dia que aquela vaida, a GENI de TODO MUNDO, já não estivesse mais lá.

Certo dia, um dos membros do grupo, chamou-a e lhe perguntou se ainda não havia percebido que seu comportamento devasso era a alegria da tribo e que ela, daquele jeito, não valia nada. "Eu sei - Não sou tão tola assim"; "Mas porque continua nesse comportamento?" ; "Porque o dia que parar, a brincadeira acaba e não vou mais encontrar meus prazeres".

Não dá pra tirar nenhuma conclusão sábia dessa estória. Somente que uma ESCRAVA, CADELA e VADIA não pode jamais obter sua redenção. Não está só presa na tribo, mas nas próprias correntes degradantes impostas pelo seu coração.


Por Máscara Negra em contosBDSM.com de Eros Veneziani.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

* Pietra *

Talvez eu Seja Sim, Como nos Textos...
Autor: Pietra

... talvez eu seja sim, como nos textos. Talvez a Pietra autora se confunda com a Pi personagem.

Sim eu sou manhosa, sim eu sou lasciva, e sim, eu sou sub.
Adoro a minha “condição” embora odeie chamá-la assim, condição. Eu adoro a minha escolha, vocação? Acho que não, adoro ser sub, seja lá como você quiser denominar a minha vontade.
Aos donos de plantão eu aviso logo, não sou uma sub com “S” maiúsculo, eu tenho minhas manhas, tenho os meus medos, e tenho os meus momentos de não.
Sou várias, sou todas e não sou nenhuma. A Pi chatinha, a Pi resmunguinho, a Pi completamente puta e bem afim de meteção. A Pi cadela, prontinha para uma ordem, sou todas elas, e não sou nenhuma. A Pi que quer chupar a hora que dá vontade, a Pi que quer ficar de quatro para uma comidinha rápida, a Pi que quer só amor.
Adoro os tapas, odeio o cinto.
Adoro as velas, mas ainda assim, odeio o cinto.
Me dou bem com a Pi cadela:
Ela de bruços, bunda empinada e perninhas fechadas do jeito que ele gostava. Ela abraçava o travesseiro, ele passava seus braços em torno dela, prendendo-a com força e mandando-a ficar quieta, afinal ela já estava grandinha, sabia para que servia uma cadela
. - Dé, me deixa gozar? Dé, me deixa.
- Pietra, não se faça de Capitu, cadê seu osso, porque ele não esta na sua boca? Sabe que não pode gozar sem ele.
O osso, o companheiro, seu porto seguro, seu objeto, um símbolo.
Ela tateava o lençol, se esticava toda e pegava o ossinho, dado a ela de presente, do outro lado da cama. Colocava-o na boca mordendo a peça com raiva e esperava o charme dele, esperava ele resolver quando e se ela podia gozar, e só então, depois de ouvir o seu “pode”, ela gozava gemendo baixinho enquanto ele mandava.
- Quietinha cadela, goza quietinha.
A Pietra cadela obedece, mesmo quando ela já não agüenta mais, ela se mantém do jeito que ele gosta, na posição que ele gosta, na medida que ele gosta.
- Vem neném, aqui, de joelho em cima do banco.
Aquele pedaço de madeira mínimo, e ela ali, de quatro, encima do baquinho.
Primeiro os tapas na bunda, de um lado, de outro, o pedido para que ela não abaixe a cabeça, e ela tentando se equilibrar como pode. Depois de vários tapas na bunda, ele passava a bater nas laterais da coxa, três, quatro tapas no mesmo lugar, até os gemidos dela se transformarem em gritos, e quando isso acontecia ele parava.
Em seguida metia seus dedos na buceta dela, ele sabia o obvio, mas sempre que o fazia, fingia surpresa por encontrá-la naquele estado:
- Molhada? A cadela esta molhada?
Nessas horas ele metia logo o pau dentro dela, ficava ali entrando e saindo por alguns minutos e parava. Nada podia causar tanta raiva nela do que o instante em que ele tirava o pau de dentro dela e parava.
Ele por sua vez adorava esse momento, adorava ouvi-la resmungar.
- Está rebelde? Está rebelde cadela?
Ela se apressava em balançar a cabeça negativamente.
Depois a vela, ele tinha um prazer diferente em usá-la, ela se contorcia, não gritava, gemia abafado, entrava em êxtase vendo-a se contorcer em cima do banquinho, depois de horas brincando com a vela nas costas e na bundinha dela, ele parava, dava a volta no banco, segurava o rosto dela com as mãos e perguntava a ela se estava tudo bem, se o joelho doía, se ela agüentava mais.
Ela sabia o que significava o mais. A venda nos olhos, a algema nos pulsos e o rabo ardendo a noite inteira.
Mas eu gosto mesmo é da Pi safada, a Pi puta no último grau da palavra, a Pi sem dono, de saia curtinha que não tampa nem as coxas e nem a bunda, das noites de vinho e de provocações com palavras, da cara de safada e da mão na buceta, se masturbando enquanto ele enfia o dedo no cu dela. Eu gosto dessa Pi, a Pi que fala na lata, que manda, que pede, que resmunga, que implora, “então me come, me come agora”. A Pi que faz cara de safada, que se esfrega na parede, que provoca, provoca até tirar o André do sério.
- Dé, me come?
- Pi, fica quietinha vai, sossega.
- André, me come.
- Pi, sossega, você consegue ficar boazinha cinco minutos? Hum, mostra para mim. Esta calor, estou cansado, não vou te comer com você pedindo assim não. Quando eu quiser te usar eu aviso ta bom? Agora fica bonitinha, fica.
Ela sai do quarto pisando duro, fazendo beicinho, resmungando, deixando ele rindo no quarto. Se ela quiser esperar, sabe que daqui a pouco ele vem atrás dela, sabe que ele vai encostá-la na parede daqui cinco minutos e vai lhe comer com pressa, sem muita conversa, sem muitos carinhos. Só que dessa vez ela não esta a fim de esperar.
Entra no outro quarto, põe a meia que vai até os joelhos, branquinha com listras pretas. Coloca o soutien preto, a blusa branca de botão e a saia curta. Abre os botões da blusa, até a altura dos seios, acende a vela vermelha e entra no quarto com cara de piranha.
Para na porta do quarto mordendo e lambendo os lábios, abre mais a blusa e, olhando para ele, deixa a cera da vela cair-lhe na altura do colo. Começa a gemer, se contorcer e olhá-lo com um arzinho de interrogação.
- Cretina. – ele sorri – vem.
Então, ele tira o pau para fora, põe ela deitada. Tira-lhe apenas a blusa, sobe o soutien deixando rapidamente os seios à mostra. Manda-a colocar as mãos espalmadas pertinho do rosto, segura-lhe um pulso com uma mão, vai comendo a buceta com força e pingando a vela na palma da outra mão.
E ela goza, gemendo e se contorcendo, esfregando os pés no lençol da cama.
Às vezes a Pi emburrada aparece, a Pi resmunguinho, a Pi que passa por ele pisando no seu pé mas não fala nada, que se enfia na cozinha para fumar um cigarro e finge que não esta vendo e nem ouvindo ninguém. A Pi mal humorada.
Sim, sim essa Pi merece uns bons tapas, mas eu gosto dela mesmo assim.
Ela sentada na mesa, fumando o cigarro com o mp3 no ouvido, de costas para a porta. Ele chega, massageia seus ombros e beija sua testa.
- Esta fumando?
- É, deu vontade.
- Hum. Me dá aqui esse cigarro, anda.
Sua voz é doce, bem diferente da voz ríspida que a mandava ficar quieta mais cedo.
Ela lhe entrega o cigarro, está chateada, o corpo ainda dói.
Enquanto ele continua a massagem nos ombros ela se lembra das horas anteriores. Ele acordando irritado, colocando-a empinada, comendo sua bunda, com pressa, com força, segurando-a e mandando-a ficar calada. Não deixa ela gozar, goza rápido e vai tomar banho, deixando-a sozinha na cama.
Sim, ela ainda estava irritada, e ele sabia disso.
A massagem nos ombros se transforma em carinhos abusados, mãos que descem até os seios, apertam, seguram, ela se levanta, quer beijá-lo, ele apressado só quer mantê-la de costas para ele.
Coloca o tronco dela todo sobre a mesa, as pernas abertas, a saia levantada e a calcinha nos joelhos. Come sua buceta com força, até o fundo. Gosta de ouvir os gemidos dela quando ele a toca assim. As pernas dela tremem, ela se segura na mesa, gritando, empinando a bunda, afastando mais as pernas. Goza feito uma louca. Ele sem gozar, tira-lhe o pau da buceta, enquanto ela sem entender nada permanece deitada sobre a mesa.
- Gozou cadela?
Ela só balança a cabeça afirmativamente, esta cansada, esta dolorida, a barriga latejando pressionada pelo corpo dele contra a mesa.
Ele lhe da um tapa extremamente barulhento e doído na bunda, segura seus cabelos, tirando momentaneamente o rosto dela da mesa.
- Agora vê se adoça cadela.
Ela continua deitada na mesa, ele.....simplesmente sai.
A Pi sonhadora, que jura para quem quiser ouvir que ela vive em um mundo de contos de fadas, dessa eu não falo não... Deixemos a Pi sonhadora para os meus momentos de luzes apagadas, para os meus momentos de palavrinhas doces ao pé do ouvido, para os meus momentos de ver a lua através da janela. Não mexam com a Pi sonhadora, ela é completamente feliz.
Gosto do novo, embora tenha medo de muitas coisas, mas aos poucos as coisas vão acontecendo, e o que te parece tão estranho, esquisito, improvável passa a ser tão maravilhoso, tão simples e tão bom, que você sempre quer mais.
Ela já em pé, segura pelos braços dele, sente sua mão grande pressionar sua garganta impedindo-a de respirar. Está cansada, seu corpo custa a parar em pé, tem várias marcas pelo corpo, de cinto, de tapas, a vela, algumas gotas, já secas há tempos, ainda pelo corpo. Sente algo estranho, sente o mundo se apagando, sucumbe facilmente nos braços dele, desmaia. Acorda de bruços na cama segundos depois, com as algemas nos pulsos, os braços acima da cabeça, ele sentado ao seu lado, sorri.
Milhões de coisas novas, pequeninas para muitos, enormes para ela.
O corte na altura das nádegas minava o sangue com insignificância, provocado por algo de corte, sem muito corte na verdade.
- Está bem minha pequena?
Ela está sim, e ele sabe que está. Pergunta, quer agradar, fazer carinho, mostrar preocupação, mostrar que cuida, que é um excelente dono, um maravilhoso companheiro. Sim ele é.
Ela sorri e diz que sim, baixinho, a voz quase perdida entre os travesseiros.
Ele sobe em cima dela, morde suas costas, perto do ombro, morde, morde com força, chupa, passa a língua sem tirar os dentes do local. Ela geme, não pede para parar, não reclama, a dor percorre-lhe todo o braço. Ela se molha, ele continua mordendo, chupando, no mesmo local. A dor se torna insuportável, insuportável para ela, estimulante para ele, excitante para os dois. A mordida dura, o tempo passa, os gemidos se transformando em barulhos que condenem mais a ainda a dor.
Ele para, solta as algemas, ela não consegue nem se mover. Ele a pega em seus braços, beija-lhe a boca. Mais uma parte do seu corpo sangrando.
Ela sorri por dentro, ela é forte, sabe que orgulha o dono.
A dor? Some. A marca no corpo? Permanece, mesmo depois do hematoma ela esta lá, firme, do lado da tatuagem, como o seu troféu particular.
Mas me identifico mesmo é com a Pi rebelde, a que pergunta, a que quase nunca concorda, a que quer sempre mais, a que quer se provar, e provar que esta certa. A Pi que gosta de ouvir, “sim, você esta certa”. É, eu gosto dessa Pietra.

André gosta de todas elas.

De qual delas eu gosto, e qual delas eu sou? Só cabe a você resolver.
 
Texto de Pietra. Retirado de Contos BDSM.com por Eros Veneziani ;)